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MERCADO LIVRE

O avanço do mercado livre de energia

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

O Mercado Livre de Energia se consolida no mundo como uma forma potencial de economia, meio seguro e confiável de adquirir energia sustentável por um valor negociável. forte aumento das tarifas de energia das distribuidoras nestes últimos anos, fruto do realismo tarifário, fez ressurgir o movimento de migração de consumidores industriais e comerciais para o mercado livre, segundo comercializadores de energia movidas pelo valor tarifário. O custo de energia no mercado livre esta hoje entre 12% e 22% mais baixo que no ambiente cativo, das distribuidoras de energia dependendo da região, de acordo com pesquisas das consultorias energéticas. Hoje, há em media 1.929 empresas no Brasil que já aderiram a esta modalidade. As empresas que assinaram contratos para mudar os custos e modo de vida, representaram uma mudança visível de 45% do consumo de energia, é sem dúvidas uma migração recorde para o mercado de energia.

Nos próximos 6 meses, o governo aposta que mais de 378 empresas devem aderir ao mercado livre de energia no Brasil, o que faz com que grandes consumidores como fabrica, mercados e shopping, terão como vantagem comprar energia diretamente dos geradores ou comercializadores, através de contratos bilaterais com condições livremente negociadas, como preço, prazo, volume, e ainda escolhe o fornecedor de luz e acerta o preço que quer pagar.

A Bandeira Tarifária Divulgada pela ANEEL para o mês de Janeiro/18 é Verde.

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

2018 promete ser um ano de reajustes tarifários altos

Mesmo com as chuvas retornando no início do período úmido, os reajustes tarifários das distribuidoras deve ser acima dos 10% em 2018, sobretudo das distribuidoras que reajustam até agosto/18. Isto porque 2017 foi um ano bastante seco, e as distribuidoras, desde que começaram a carregar o risco hidrológico das usinas (resultado da Lei no 12.783), ficam expostas à momentos de baixa afluência, necessitando repor seus contratos ao preço de curto prazo.

Comentários GOVERDE ENERGIA

No final do ano de 2017, o reajustes das distribuidoras CPFL Piratininga, Bandeirante e Amazonas Energia excederam os 15%, já resultado deste endividamento das distribuidoras ao longo de 2017. Os consumidores das distribuidoras CPFL Paulista, Enel Rio, Eletropaulo, Cemig, entre outras, podem esperar a mesma ordem de aumento de custo.

 

Mercado livre tem apoio do setor elétrico

Por | MERCADO LIVRE

O reaquecimento da indústria e a intensa migração de empresas do Ambiente de Contratação Regulada para o mercado livre têm deixado a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia otimista. Esses dois fatores impulsionam o Ambiente de Comercialização Livre, que atingiu o recorde histórico de 30% do total do consumo do Sistema Interligado Nacional. A abertura total do setor está prevista para ser discutida em 2028. Dessa forma, o governo adia por mais de uma década a possibilidade de os consumidores brasileiros, em sua totalidade, acessarem o direito de escolha sobre o fornecedor de energia elétrica. A Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia fez um levantamento das 47 contribuições apresentadas para a Consulta Pública sobre as mudanças do marco legal do setor elétrico brasileiro. Segundo a Associação, a análise das propostas das quatro instituições públicas, das 21 entidades de classe e dos 22 grupos empresariais é unânime na defesa da abertura do mercado de energia. O cronograma da expansão do ambiente livre, segundo 40% delas, deveria ser acelerado.

O estudo das propostas mostra que há um consenso de que a expansão da liberdade de escolha do consumidor é o melhor caminho a ser seguido. Quase a metade dos proponentes pede que o processo de abertura seja acelerado.

Outras análises mostram que 55% das propostas são favoráveis à separação entre lastro e energia, que 53% delas apostam na formação de preço por oferta e não pelo Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e que 38% concordam com a divisão entre mercado atacadista e de varejo.

Abraceel aponta economia de R$ 70 bi gerada pelo Mercado Livre de energia

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), as empresas que fizeram a transição para o Ambiente de Contratação Livre (o Mercado Livre) economizaram um total de R$ 70 bilhões, em 13 anos, em relação ao que teriam gasto no Ambiente de Contratação Regulado.

A entidade apoia a ampliação do Mercado Livre e, para incentivar a abertura, enviou cartas aos presidentes de confederações da indústria de todo o País para solicitar apoio explícito ao processo de reforma do setor elétrico, que tende a aumentar a abertura do Mercado Livre. Segundo o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros, “É essencial que as medidas interligadas para o destravamento do mercado e modernização do setor elétrico não sejam segregadas (…) A análise e as adequações a serem realizadas devem ser feitas de forma conjunta e com o estabelecimento de datas concatenadas para a implementação das medidas”.

Os pontos centrais da transição, segundo a própria Abraceel, estão no incentivos à eficiência nas decisões empresariais, à segurança de suprimento e à sustentabilidade socioambiental.

Mercado Livre de Energia entrega redução de custos para o setor industrial

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

O mercado livre de energia já vem sendo utilizado pelas grandes indústrias como alternativa na na alta potencial de redução de custos com energia, uma vez que a empresa passa a ser detentora das estratégias de compra e consumo de energia que podem propiciar tanto ganhos contra o mercado regulado, com tarifas determinadas pela Aneel e pelo perfil da distribuidora, como contra o concorrente.
O mercado livre de energia já vem sendo utilizado pelas grandes indústrias como alternativa na redução dos custos nesta área. Com o aumento significativo das tarifas neste ano e um contexto econômico mais pressionado, um número maior de empresas procurou o mercado livre para amenizar os impactos. Por meio desta modalidade, são firmados contratos especiais para o fornecimento de energia que podem garantir uma economia de até 20% em relação à rede cativa, que são as distribuidoras de energia dos Estados. As empresas divulgaram em nota que em menos de 2 anos teve uma redução de custos de aproximadamente R$ 100 mil. As empresas que aderem a esta parte do mercado livre de energia são abastecidas apenas com estas fontes diferenciadas. “A economia varia de 10% a 20% atualmente, dependendo do preço negociado. Esta redução já foi maior. Além da entrada de muitas empresas neste mercado no período, a diminuição da tarifa do mercado regulado de energia também fez com que essa diferença fosse menor. De qualquer maneira, ela traz um impacto positivo para quem consome muita energia”, salienta Franklin Miguel, diretor presidente da Copel Comercialização, empresa da Copel Holding que atua no mercado livre de energia.

Projetos visam ampliar o acesso ao Mercado Livre de Energia por todo o Brasil

Por | MERCADO LIVRE

Governo e Senado na Câmara dos Deputados, desenvolvem dois projetos de lei que visam ampliar o acesso ao Mercado Livre de Energia para consumidores residenciais. O principal objetivo desses projetos é abrir a possibilidade de contratar o serviço da concessionária para os consumidores residenciais da mesma forma que as pessoas escolhem suas operadoras de telefonia celular. As estimativas são de que, com o Mercado Livre, isso seria possível diminuir os custos com energia elétrica em 20% nas contas de luz.

No Senado, o projeto 232, de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), está na Comissão de Assuntos Econômicos desde julho. Câmara dos Deputados, o PL 1.917, de 2015, já foi aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor, e a matéria vem sendo analisada nas comissões de Minas e Energia, de Finanças e Tributação, Constituição e Justiça e de Cidadania. O projeto é de autoria dos deputados Marcelo Squassoni (PRB/SP), Antônio Carlos Mendes Thame (PV/SP), Rodrigo de Castro (PSDB/MG), Augusto Carvalho (SD/DF), Odorico Monteiro (PROS/CE) e Pedro Vilela (PSDB/AL).

Ambos os projetos visam assegurar a portabilidade da conta de luz, e a proposta é endossada pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), que lançou a campanha “Quero energia livre”, que também conta com um abaixo-assinado para pressionar os parlamentares. Segundo o presidente-executivo da Abraceel, Reginaldo Medeiros, o Mercado Livre existe no Brasil há 12 anos para os consumidores com contas acima de R$ 80 mil mensais. Hoje há cerca de 10 mil empresas nessa faixa de consumo no País.

A intenção, segundo Medeiros, é implantar o mercado livre no segmento residencial, possibilitando que qualquer consumidor brasileiro possa escolher qual distribuidora vai querer em sua casa. Com o aumento da concorrência, há uma tendência de diminuir o preço para o consumidor final. “Se ele escolhe determinado fornecedor, os R$ 20 que ele pagava à Cemig, por exemplo, vão ser repassados à companhia pelo novo fornecedor, ou seja, a Cemig continua recebendo. Porém, o valor de R$ 80 será negociado entre o cliente e a empresa escolhida”, comenta.

Com essa abertura, o processo de assistência técnica relativo ao fornecimento de energia elétrica continuaria sendo da estatal de cada Estado. “Assim, se houver um vendaval em Minas e a luz acabar, caberá à Cemig, por exemplo, restabelecê-la, independentemente de o consumidor ser, ou não, seu cliente. O atendimento técnico continua sendo da Cemig, mas o comercial é da empresa que a pessoa escolheu. Assim, a energia é a mesma para todos, o que vai mudar é preço, além da qualidade do atendimento”, esclarece.

É importante ressaltar que as concessionárias seguem tendo responsabilidades. Por exemplo, em caso de existirem problemas climáticos, como ocorreu em 2015, e forçou o aumento da conta de luz dos brasileiros, o contrato entre o consumidor e o fornecedor escolhido e as negociações garantem vantagens aos compradores. “Se você compra a energia a R$ 100 e o País explode com a falta de energia, esse fornecedor pode lhe oferecer benefícios para que você reduza sua conta, como, por exemplo, pagar R$ 60, ao reduzir o consumo. E ele vende o excedente a outros”, exemplifica.

Relatório Energetico Agosto de 2017 – GOVERDE ENERGIA

Por | EFICIENCIA ENERGETICA, ENERGIA SOLAR, MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

O cenário para 2018 hoje é uma incerteza. Os reservatórios em níveis críticos certamente trazem pessimismo no preço de energia, no entanto, um bom período úmido pode inverter este cenário.

O mês de agosto/17 foi bastante seco, em todas as regiões do país, e os reservatórios tiveram queda de quase 6% neste mês, terminando em 31,5%.

 

O consumo do país teve aumento considerável em relação ao mês de julho e uma variação positiva pequena em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Perspectiva Econômica

No último Boletim Focus divulgado a perspectiva de aumento no PIB do país é de 0,60% para 2017 e 2,20% para 2018. Houve uma melhora de 0,26% para 2017 e 0,20% para 2018, em relação ao mês anterior. Esta variação, mostra uma pequena perspectiva de melhora econômica, uma vez que alguns indicadores estão mostrando otimismo, como por exemplo, aumento de empregos nos últimos meses.

Curva de Preços Futuros

Os últimos meses foram catastróficos em termos de precipitação para todo Brasil, trazendo extrema seca e queda no nível dos reservatórios. Isto fez com que o mercado respondesse com grande aumento nos preços para todo período futuro.

Comentario GoVerde Energia

O cenário de preços atuais, traz perspectiva de pequena viabilidade de migração para 2018, com economias de até 5%, enquanto 2019 a diante a expectativa é de resultados melhores.

O cenário é de muita instabilidade nos preços, principalmente para out-dez/17 e 2018.

Previsão de Bandeira Amarela sobe valor de Energia Eletrica

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Bandeira Amarela foi acionada em cima da previsão inicial de afluências do mês de Setembro, não consolidadas

 

Ao longo do mês de setembro, um sistema de alta pressão meteorológico se instalou em quase todo Brasil, afastando a precipitação. Desta forma, a falta de chuvas fez com que os reservatórios entrassem em “queda livre” e em meados de setembro, já estamos com menos de 30% de reserva.

Este cenário é de quase 13% a menos do que o mesmo período no ano anterior, que terminou dezembro com quase 30%.
Para este ano a previsão é de que o armazenamento esteja abaixo dos 20% em dezembro, trazendo grande pressão para o período úmido.

A figura abaixo mostra a relação ano a ano dos reservatórios para os anos de 2001 e de 2010-2017. É possível notar que atualmente o único ano que possui níveis abaixo do de 2017 é o de 2001, ano em que houve racionamento de energia

Mercado Livre de Energia – GoVerde Energia

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

De acordo com Estudo setorial da GoVerde Energia o Mercado Livre de Energia se consolida no mundo como uma forma potencial de economia, meio seguro e confiável de adquirir energia elétrica por um valor negociável. forte aumento das tarifas de energia das distribuidoras nestes últimos anos, fruto do realismo tarifário, fez ressurgir o movimento de migração de consumidores industriais e comerciais para o mercado livre, segundo comercializadores de energia movidas pelo valor tarifário.

O custo de energia no mercado livre esta hoje entre 12% e 22% mais baixo que no ambiente cativo, das distribuidoras de energia dependendo da região, de acordo com pesquisas das consultorias energéticas. Hoje, há em media 1.929 empresas no Brasil que já aderiram a esta modalidade.

As empresas que assinaram contratos para mudar os  custos e modo de vida, representaram uma mudança visível de 45% do consumo de energia, é sem dúvidas uma migração recorde para o mercado de energia. Nos próximos 6 meses, o governo aposta que mais de 378 empresas devem aderir ao mercado livre de energia no Brasil, o que faz com que grandes consumidores como fabrica, mercados e shopping, terão como vantagem comprar energia diretamente dos geradores ou comercializadores, através de contratos bilaterais com condições livremente negociadas, como preço, prazo, volume, e ainda escolhe o fornecedor de luz e acerta o preço que quer pagar.

Tarifas no mercado cativo são 15% mais altas


Por | EFICIENCIA ENERGETICA, ENERGIA SOLAR, MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Recentemente, tem havido uma intenção de migração do mercado cativo de energia para o mercado livre. Um dos principais motivos que levam empresas a migrar é o fato de a energia ser mais cara no ambiente cativo.

Atualmente, a tarifa de energia no Ambiente de Contratação Regulada (ACR), o mercado cativo, é aproximadamente 15% mais alta do que no mercado livre e a tendência é de que esses preços continuem subindo.

O governo sinalizou que mudanças virão com o marco regulatório do setor. Deve haver um aumento de 7% nas tarifas de energia no ACR. A Proposta de Aprimoramento do Marco Legal do Setor Elétrico anunciada em julho é um dos principais fatores que influenciam essas altas das tarifas, especialmente graças ao processo de desratização que foi sugerido. Essas cotas foram introduzidas com a MP 579/2012 na renovação por mais 30 anos das concessões das usinas hidrelétricas. As distribuidoras chegaram a comprar cotas de energia por R$ 60MW/h num momento em que o preço da energia variava entre R$ 100 e R$ 120 o MW/h.

Outros dois pontos que vão pressionar as tarifas são as indenizações das transmissoras que tiveram problemas de investimentos realizados até o ano 2000 e o comportamento das chuvas.

Também é importante notar que a sobre contratação de energia impacta de forma mais intensa o ACR. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Augusto Barroso, explicou que sobra de energia implica em custo para a distribuidora, já que ela compra a energia sem ter a garantia de consumo. Estima-se que essa sobre contratação seja da ordem de 111% até 2021 e as concessionárias podem repassar até 5% para as tarifas.

O crescimento do mercado livre de energia poderá elevar as tarifas no mercado cativo. O governo planeja reduzir de 3 mil kw para 75 kw o limite mínimo de consumo para ser elegível a migração para o mercado livre nos próximos dez anos. Dependendo do processo de migração para o Ambiente Livre de Contratação, é possível que o valor da tarifa no mercado cativo aumente sensivelmente porque a conta da infraestrutura será rateada por um número menor de usuários.