Categoria

NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

O avanço do mercado livre de energia

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

O Mercado Livre de Energia se consolida no mundo como uma forma potencial de economia, meio seguro e confiável de adquirir energia sustentável por um valor negociável. forte aumento das tarifas de energia das distribuidoras nestes últimos anos, fruto do realismo tarifário, fez ressurgir o movimento de migração de consumidores industriais e comerciais para o mercado livre, segundo comercializadores de energia movidas pelo valor tarifário. O custo de energia no mercado livre esta hoje entre 12% e 22% mais baixo que no ambiente cativo, das distribuidoras de energia dependendo da região, de acordo com pesquisas das consultorias energéticas. Hoje, há em media 1.929 empresas no Brasil que já aderiram a esta modalidade. As empresas que assinaram contratos para mudar os custos e modo de vida, representaram uma mudança visível de 45% do consumo de energia, é sem dúvidas uma migração recorde para o mercado de energia.

Nos próximos 6 meses, o governo aposta que mais de 378 empresas devem aderir ao mercado livre de energia no Brasil, o que faz com que grandes consumidores como fabrica, mercados e shopping, terão como vantagem comprar energia diretamente dos geradores ou comercializadores, através de contratos bilaterais com condições livremente negociadas, como preço, prazo, volume, e ainda escolhe o fornecedor de luz e acerta o preço que quer pagar.

A Bandeira Tarifária Divulgada pela ANEEL para o mês de Janeiro/18 é Verde.

Por | MERCADO LIVRE, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

2018 promete ser um ano de reajustes tarifários altos

Mesmo com as chuvas retornando no início do período úmido, os reajustes tarifários das distribuidoras deve ser acima dos 10% em 2018, sobretudo das distribuidoras que reajustam até agosto/18. Isto porque 2017 foi um ano bastante seco, e as distribuidoras, desde que começaram a carregar o risco hidrológico das usinas (resultado da Lei no 12.783), ficam expostas à momentos de baixa afluência, necessitando repor seus contratos ao preço de curto prazo.

Comentários GOVERDE ENERGIA

No final do ano de 2017, o reajustes das distribuidoras CPFL Piratininga, Bandeirante e Amazonas Energia excederam os 15%, já resultado deste endividamento das distribuidoras ao longo de 2017. Os consumidores das distribuidoras CPFL Paulista, Enel Rio, Eletropaulo, Cemig, entre outras, podem esperar a mesma ordem de aumento de custo.

 

Brasil alcança 200 MW na geração distribuída

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Os sistemas de microgeração e minigeração distribuída atingiram uma marca histórica: são, hoje, aproximadamente 200 MW de potência instalada acumulada no Brasil. A principal das fontes de micro e minigeração é ainda a energia solar fotovoltaica, que soma um montante de 152 MW, representando 75,5% do total. As outras fontes, em ordem de representatividade no setor de geração distribuída no País, são: usinas térmicas (23,3 MW), as centrais hidrelétricas (15,1 MW) e eólicas (10,2 MW). Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), são 18.501 sistemas na modalidade de geração distribuída no Brasil. A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) fez um mapeamento que destaca que a fonte solar fotovoltaica lidera com folga o número de instalações no País. Elas totalizam 18.356 unidades, que somam mais de R$ 1,3 bilhão em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos em todas as regiões do País.

Os consumidores residenciais são os principais usuários da energia solar fotovoltaica no Brasil, representando 42% da potência instalada. Em segundo, estão as empresas do setor de comércio e serviços (39%). Os demais setores têm ainda uma pequena representatividade de consumo: as indústrias consomem 9%; os sistemas localizados na zona rural, 5%; edificações e serviços do poder público, como escolas, hospitais, tribunais e iluminação pública, 5%. Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado em especial por

três fatores: a redução de aproximadamente 75% no custo da energia solar fotovoltaica nos últimos dez anos; o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos; e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro, ajudando, simultaneamente, a preservação do meio ambiente.

O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um crescente interesse da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia localmente, com fontes renováveis, economizando dinheiro.

Brasil contrata usinas eólicas e solares com ajuda externa

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Investidores buscaram alternativas competitivas em substituição ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O Brasil fechou nesta semana a contratação de novas usinas de energia eólica e de geração solar a preços menores que os de hidrelétricas, que são tradicionalmente o carro-chefe e a mais barata fonte de produção de eletricidade no país.Os resultados, em leilões de energia na segunda e nesta quarta-feira, foram impulsionados pela disputa entre empresas e por crédito externo, com investidores em busca de alternativas competitivas em substituição ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), tradicional fonte de recursos para infraestrutura no país, segundo autoridades. As licitações registraram fortes deságios ante os preços teto estabelecidos pelo governo e evidenciaram um grande interesse pela construção de empreendimentos, com investimentos previstos de mais de 18 bilhões de reais e que deverão ser entregues entre 2021 e 2023, adicionando cerca de 4,5 gigawatts à matriz elétrica.

O resultado mostra ainda que o governo pode ter uma tarefa mais fácil em redirecionar os investimentos do setor elétrico para fontes renováveis como eólica e solar, em revisão de uma política que antes previa priorização de hidrelétricas. Entre os vencedoras da concorrência

destacaram-se multinacionais como a italiana Enel, a norte- americana AES e a portuguesa EDP, que mostraram intenso apetite por investimentos renováveis nos primeiros leilões para projetos eólicos e solares desde 2015, após o governo cancelar licitações no ano passado devido à falta de demanda por eletricidade em meio à crise financeira do país. “Tivemos quase dois anos sem leilão, então isso faz com que os fornecedores… mergulhem o preço, e isso ajuda a explicar o preço baixo. Mas ainda assim, se você me perguntasse duas semanas atrás, eu não esperaria que rompessem patamares tão baixos”, disse à Reuters o diretor da consultoria Excelência Energética, Erik Rego.

“A conjuntura favoreceu, a taxa de juros está caindo, isso acaba interferindo no resultado”, acrescentou o consultor. O presidente da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Barroso, disse a jornalistas após o certame que foi possível perceber que diversos empreendedores buscaram novas formas de se financiar, como agências de crédito à exportação de outros países, por exemplo. “Existem financiamentos que são dados a taxas muito competitivas e com proteção cambial. Esse mercado o Brasil não capturava, e nesse leilão capturou, em praticamente todas tecnologias (de geração), o que leva a uma possibilidade de preços competitivos”, disse.

Barroso destacou que diversos empreendimentos solares, por exemplo, deverão utilizar financiamentos externos e equipamentos importados, sem necessidade de recursos subsidiados do BNDES. “O BNDES tem seu papel e vai continuar tendo, mas a ‘oxigenação’ das práticas (de financiamento) é muito importante”, reforçou. No leilão A-6 desta quarta-feira, os projetos eólicos chegaram a negociar a venda da produção futura por um preço médio de cerca de 98 reais por megawatt-hora, contra uma mínima recorde anterior, em licitação de 2012, de quase 119 reais atualizado pela inflação. Na contratação da segunda-feira, o chamado leilão A-4, as usinas solares praticaram preços médios de cerca de 145 reais, contra uma mínima de 245 reais de um pregão de 2014. O certame desta quarta-feira também contratou hidrelétricas –que tiveram preço médio de cerca de 219 reais– e termelétricas a biomassa e gás natural, com valores médios entre 218 e 213 reais.“A gente efetivamente entrou na lista de países que estão comprando renováveis abaixo de 40 dólares (por megawatt- hora), e não são preços específicos de um ou outro projeto, é uma grande quantidade de empreendimentos”, reforçou Barroso.

O resultado histórico para as renováveis, com forte deságio frente aos preços teto estabelecidos para os leilões, também teve impulso de uma enorme disputa entre investidores para fechar os contratos de longo prazo para entrega de energia às distribuidoras. As empresas vencedoras foram principalmente estrangeiras, como a italiana Enel Green Power, com projetos eólicos e solares e presença nos dois certames, a AES Tietê, que viabilizou usinas solares, além da EDP Renováveis, da francesa Voltalia, e da Neoenergia, controlada pelos espanhóis da Iberdrola. Nos empreendimentos a gás natural, destacou-se a Prumo, que viabilizou uma termelétrica de quase 1,7 gigawatt em capacidade a ser construída no Porto de Açu, no Rio de Janeiro. Somados, os dois leilões realizados nesta semana acrescentarão cerca de 4,5 gigawatts em capacidade à matriz brasileira, sendo 674,5 megawatts para entrega em 2021 e 3,8 gigawatts para conclusão em 2023. Os empreendimentos contratados deverão somar mais de 18 bilhões de reais em investimentos para serem implementados, com a maior parte, ou quase 14 bilhões de reais, associada aos empreendimentos com entrega para 2023.

Os resultados comprovaram expectativas do mercado, de uma licitação mais movimentada para os empreendimentos com maior prazo de conclusão, devido à perspectiva de gradual recuperação da economia brasileira após a recessão enfrentada em 2015 e 2016.

ENERGIA SOLAR TEM GRANDE CRESCIMENTO EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

O estudo anual Climatescope divulgado recentemente que um total de 34 gigawatts de nova capacidade de geração da fonte renovável entrou em operação em 71 países emergentes pesquisados pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). A energia solar está cada vez mais presente nas nações em desenvolvimento no mundo. Em 2015, a energia fotovoltaica instalada nesses países tinha sido de 22 GW. Já no ano passado, a capacidade de geração de energia solar cresceu 54% e triplicou em três anos. Os países, Brasil, México, Chile, Jordânia, Paquistão e outros nove países viram a sua capacidade fotovoltaica duplicar em 2016, porém a China foi o país que mais contribuiu para esse aumento, com mais de 27 GW.

O uso de células fotovoltaicas em pequenas redes de energia, sistemas de bateria, lanternas com cargas pré-pagas, bombas de água e até torres de telefonia móvel alimentadas por luz solar está se expandindo cada vez mais. Segundo o estudo da BNEF os esforços, em geral, são liderados por empreendedores e investidores que incentivam e multiplicam o uso da energia solar sem ter impedimentos por parte dos governos.

Existem também aqueles que buscam financiamento de fontes privadas e fazem parcerias com grandes corporações, como provedores de telecomunicação. A África, por exemplo, conta com a ajuda de um plano de financiamento, onde mais de 1,5 milhão de famílias utilizam sistemas móveis solares em suas residências. Além disso, a cada dia, surgem aplicações inovadoras para o uso da fonte renovável, como por exemplo, reduções de custos de equipamentos e melhorias tecnológicas, isso acaba impulsionando o crescimento. Ao todo, a energia solar respondeu por 19% de toda a capacidade de geração de

energia adicionada nos países pesquisados pelo Climatescope no ano passado, crescendo de 10,6% em 2015 e 2% em 2011.

Em 2016 foram adicionados 75 GW em geração solar fotovoltaica, sendo 35 GW injetados apenas pela China. No Brasil, o surgimento da geração de energia solar fotovoltaica se dá com a criação da resolução normativa no 482/2012 que permite a conexão de micro geração na rede elétrica, criando um mercado para o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica. A utilização de energias renováveis para
a produção de eletricidade aos poucos vem ocupando um espaço maior no mundo. No Brasil, há um plano para aumentar a participação dessas fontes de 10% para 23% até 2030, o que resulta em um corte de 43% nas emissões domésticas de
CO2. Em relação à geração de energia solar domiciliar, que utiliza o sistema fotovoltaico, estudos do Plano Nacional de Energia (PNE 2050) estimam que até 2050, 18% das casas brasileiras produzirão energia através do sol. Podemos notar que a energia solar é a fonte energética que mais cresce no mundo, além de gerar 2 bilhões de economia para o país. No Brasil, já entraram em operação dois imensos parques de energia solar.

GOOGLE VAI OPERAR SEUS DATA-CENTERS E ESCRITÓRIOS SOMENTE COM ENERGIAS RENOVÁVEIS

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Para 2018, o Google anunciou que 100% da energia utilizada em suas operações será renovável. A empresa investe há algum tempo em projetos utilizando a energia solar e eólica, desde 2010. A meta para o ano que vem é ter energia renovável suficiente para cobrir tudo que é usado tanto em seus escritórios quanto em seus data-centers.

O comunicado do Google afirma que atualmente, a empresa é a que mais compra energia renovável no mundo. Segundo o anúncio, ela é responsável pela geração de mais de 2,6 GW (gigawatts) de energia no mundo todo. Cada gigawatt de energia é suficiente para abastecer uma cidade com 1,5 milhão de habitantes, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica.

Um dos principais motivos dessa iniciativa tomada pela empresa Google foi a queda de preço de 60 a 80% nas energias renováveis. Os investimentos em infraestrutura de energia da empresa totalizaram mais de US$ 3,5 bilhões no mundo, o que fez a empresa se tornar atualmente a maior compradora de energia limpa do mundo. Com os três novos contratos, em Dakota do Sul, Iowa e Oklahoma (Estados Unidos) será somado a infraestrutura da companhia 535 megawatts, permitindo que o Google monte uma rede limpa de mais de 3 gigawatts, sendo assim, o total será suficiente para abastecer a operação atual e também futuros projetos estão por vim. As fontes renováveis têm o grande benefício de não serem poluentes ou emitir gases de efeito estufa. Para o Google, a energia solar fotovoltaica, por ser renovável, passa por menores mudanças inesperadas de preço, tornando este tipo de energia alternativa uma opção mais econômica do que as outras.

O Google analisou que nos últimos seis anos o preço da energia eólica caiu 60%, no mesmo período, a energia solar ficou 80% mais barata. As energias renováveis estão se tornando a opção de menor custo cada vez mais rápido e acessível. A empresa investir cada vez mais na produção de energia sustentável mundial, principalmente nas regiões onde seus data- centers estão instalados e onde a empresa possui grandes operações, como por exemplo, nos Estados Unidos, Chile e algumas cidades da Suécia.

A grande empresa revela que comprar energia renovável as torna mais baratas com o tempo, futuramente, os planos do Google é mostrar mais resultados positivos tanto para a empresa quanto para o meio ambiente. É uma relação benéfica para a empresa e para o mundo, onde todos saem ganhando, além de estimular outras iniciativas e o desenvolvimento da indústria.

Aneel vê necessidade de reestruturar sistema de bandeiras

Por | NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Em decorrência de um quadro de chuvas fracas e de uma baixa dos reservatórios, o governo estuda uma reavaliação da metodologia das bandeiras tarifárias. Esse cenário implica na revisão dos processos atuais, ocasionando aumentos nas contas dos consumidores finais.

Romeu Rufino, diretor-geral da Aneel, deve abrir audiência pública para reavaliar as bandeiras tarifárias. A metodologia atual considera em seu cálculo apenas o valor do Custo Marginal de Operação (CMO) do mês seguinte. Alguns analistas consideram esse método volátil demais e defendem que também se leve em conta o nível de armazenamento dos reservatórios e, com isso, a condição de atendimento da carga.

Rufino afirma que essa revisão poderia evitar situações em que se aplique uma bandeira verde com uma hidrologia desfavorável. A nova metodologia deve entrar em vigor no ano que vem.

A Aneel afirma que a receita proveniente das cobranças com as bandeiras tarifárias será suficiente para cobrir gastos gerados pelo risco hidrológico e pela geração termoelétrica. Essas duas contas devem influenciar os reajustes tarifários do próximo ano.

Segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a arrecadação, graças às bandeiras, entre janeiro e agosto, foi de R$ 1,78 bilhão, o que não deve alcançar o custo com o risco hidrológico.

Alguns cálculos apontam que o montante obtido com as cobranças extras somaria R$ 7,5 bilhões caso a bandeira vermelha patamar 2 tivesse sido acionada entre agosto e dezembro. Mas, em agosto, a bandeira foi vermelha no patamar 1 e, em setembro, foi amarela.

Nos primeiros oito meses de 2017, segundo dados da Aneel, o risco hidrológico implicou em custo adicional de R$ 7,6 bilhões. Além disso, há uma tendência de crescimento expressivo do custo, tendo em vista a piora do cenário hídrico e a elevação dos preços da energia no curto prazo. Quando os custos de energia não são cobertos pelas tarifas, as distribuidoras arcam com os valores e, no momento do reajuste, o saldo dessa conta entra no cálculo da tarifa.
Existe uma tendência de alta nos preços das tarifas para 2018. Somente a carioca Light mostrou balanço desfavorável de R$ 455,9 milhões. Se ocorresse reajuste em setembro, o passivo, descontados os valores já adiantados na tarifa (de R$ 389,59 milhões até agora), teria um impacto nas tarifas de 1,84%. O mesmo implicaria em um impacto de 2,75% para Eletropaulo, de São Paulo, e de 1,88% para a Cemig, de Minas.

Uso de energia solar reduz 10% dos custos de revenda Rodobens

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

Buscando reduzir os impactos ambientais de sua atuação, a Rodobens adota mais uma iniciativa que contribuirá com a preservação do meio ambiente e a redução de despesas, desta vez, por meio da utilização de energia solar. O projeto piloto foi implantado na revenda Mercedes-Benz de São José do Rio Preto, em parceria com a empresa GoVerde Energia, fornecedora do novo sistema.

A medida contará com um sistema de captação de energia solar capaz de suprir a demanda de toda a revenda, contribuindo com redução de gastos com energia em até 10%.

“Iniciativas como esta mostram como é possível conciliar questões ambientais e nossa busca constante pela gestão eficiente de recursos. Este é um projeto que podemos replicar em outras revendas Rodobens, reforça Lucas Madureira, da área de Suprimentos.

DNA Verde

Outra medida implementada pela organização para contribuir com a redução dos impactos no meio ambiente e promover a conscientização ambiental foi a campanha “Revisão Verde”, que teve sua terceira edição realizada em junho deste ano.

Naquele mês, os clientes que visitaram as concessionárias de Automóveis e Veículos Comerciais da Rodobens em todo o Brasil, buscando serviços pós-venda, ganharam um lápis-semente que, ao ser plantado, se transformava em uma árvore da espécie Embaúba.

A ação marcava o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e teve como um dos principais objetivos chamar a atenção do público para a importância das revisões automotivas como uma medida ecologicamente correta, uma vez que controla e reduz a emissão de gases poluentes.

Sobre a Rodobens

Com sete unidades de negócio no segmento financeiro e de varejo automotivo – Banco, Consórcio, Corretora de Seguros, Leasing & Locação, Automóveis, Veículos Comerciais e Seminovos – a Rodobens é uma empresa de São José do Rio Preto (SP), com atuação nacional e faturamento anual de R$ 3 bilhões.

Renováveis devem liderar a expansão da capacidade mundial, projeta AIE

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

A edição de 2017 do World Energy Outlook da Agência Internacional de Energia aponta que nos próximos 25 anos, as necessidades energéticas crescentes do mundo serão atendidas em primeiro lugar por fontes renováveis e gás natural. O principal fator dessa análise é a rápida queda de preços que devem tornar a energia solar a fonte mais barata entre as novas capacidades que serão colocadas em operação nesse período.

De acordo com a AIE, a demanda global de energia deverá ser 30% maior em 2040, mas ainda metade do que pode ser se houvesse melhorias de eficiência. Outra constatação é e que os anos de crescimento para o carvão acabaram. A procura por petróleo diminui, mas não é revertida antes de 2040, mesmo quando as vendas de carros elétricos aumentarem significativamente. Nas próximas duas décadas o sistema energético global será formado por quatro grandes forças: os Estados Unidos que devem se tornar líderes em petróleo e gás no mundo; as energias renováveis implantadas rapidamente graças à queda de custos; ao aumento da participação da eletricidade no mix de energia; e a nova estratégia econômica da China que deverá apresentar um modo de crescimento mais limpo, com implicações para os mercados mundiais de energia.

Nesse sentido, apontou a publicação anual da agência, a fonte solar fotovoltaica deverá liderar os aumentos de capacidade justamente por conta da China e da Índia, enquanto isso na União Europeia, a eólica continuará a crescer ao ponto de se tornar a principal fonte de no continente logo após 2030. Outro destaque dado é a questão do avanço dos veículos elétricos, cuja frota mundial deverá se aproximar dos 300 milhões de unidades,segundo estudo da agência, em 2040. Esse crescimento, comentou o diretor executivo da AIE, Fatih Birol, é o resultado do apoio do governo e da queda dos custos das baterias. Contudo, ressaltou ele, é muito cedo para escrever o obituário do petróleo, que o crescimento para caminhões, petroquímico transporte e aviação continuam a aumentar a demanda pelo combustível fóssil.

Este ano, a publicação incluiu um foco especial na China, onde as mudanças nas políticas econômicas e energéticas em curso terão um impacto profundo no mix energético do país e continuarão a moldar as tendências globais. Ao mesmo tempo, uma forte ênfase nas tecnologias de energia mais limpas, em grande parte para enfrentar a má qualidade do ar, está catapultando aquele país a ocupar um lugar como líder mundial nas fontes eólica, solar, nuclear e em veículos elétricos e ainda deverá ser a origem de mais de um quarto de crescimento projetado no consumo de gás natural. À medida que o crescimento da demanda na China desacelera, outros países continuam a aumentar a demanda global com a Índia representando quase um terço do crescimento mundial até 2040. A revolução do petróleo e do gás de xisto nos Estados Unidos continua. Em meados da década de 2020, aquela região deverá se tornar o maior exportador de GNL do mundo e um exportador de petróleo líquido até o final dessa década.

Isso está tendo um grande impacto nos mercados de petróleo e gás, desafiando os fornecedores históricos e provocando uma grande reorientação dos fluxos de comércio global, com consumidores na Ásia representando mais de 70% das importações mundiais de petróleo e gás até 2040. O GNL dos Estados Unidos está acelerando também uma grande mudança estrutural para um mercado de gás mais flexível e globalizado. Embora as emissões de carbono tenham se achatado nos últimos anos, o relatório conclui que as emissões globais de CO2 relacionadas com a energia aumentam ligeiramente em 2040, mas a um ritmo mais lento do que nas projeções do ano passado. Ainda assim, avaliou a AIE, isso está longe de ser suficiente para evitar impactos severos das mudanças climáticas.
Em termos de energia nuclear, a Agência Internacional de Energia prevê um papel substancialmente expandido para esta fonte se o mundo quiser enfrentar o desafio de atender as necessidades das pessoas ao mesmo tempo em que reduz as emissões de gases de efeito estufa para evitar níveis perigosos de mudanças climáticas. No chamado Cenário de Desenvolvimento Sustentável, a geração nuclear mais que dobra de 2.476 TWh em 2016 para 5.345 TWh em 2040. A demanda por eletricidade aumenta de 24.765 TWh em 2016 para 35.981 TWh em 2040, com energia nuclear fornecendo 15% dessa demanda. A indústria nuclear global estabeleceu o objetivo de fornecer 25% da demanda mundial de eletricidade até 2050, o que exigiria uma triplicação da geração nuclear do seu nível atual.

O Avanço da Energia Solar no mundo

Por | ENERGIA SOLAR, NOVIDADES MERCADO DE ENERGIA

“Energia solar”

O avanço da Energia solar no mundo.

O crescimento de diversas fontes de energia limpa avançou em todo o mundo! O que surpreendeu a todos, foi o fato das energias renováveis , em destaque, a energia solar, estar crescendo mais rápido do que combustíveis não renováveis. Em 2017, a energia solar cresceu cerca de 50%, passando o crescimento do carvão, que atualmente é o maior criador de energia. A instalação de painéis fotovoltaicos também cresceu 137% no ano passado. De todo o volume de energia gerado no planeta, placas fotovoltaicas de energia solar são responsáveis por 74 gigawatts de potência a mais no mundo. Toda essa expansão teve maior registro na china, devido ao impulso de políticas governamentais e queda do preço dessa tecnologia. A China é um país exemplo que está buscando diminuir o uso de fontes industriais, assim acaba por diminuir os custos e cuidar do meio ambiente. As energias renováveis, em geral, como, energia solar, eólica e hidrelétrica, geraram mais de 200 gigawatts no ano de 2017, liderando o crescimento, já que carvão e gás geraram juntos apenas 84 gigawatts. O uso da energia solar está crescendo em muitos países, a quantidade de eletricidade gerada por meio de painéis solares deve se tornar até 6 vezes maior até 2030.Por volta do ano de 2025 o custo médio da eletricidade gerada por sistema fotovoltaico deve cair até 59%. Estima-se que até o ano de 2050 a energia solar será a maior fonte mundial de eletricidade.

Com isso, a geração de energia solar, limpa e renovável será a forma mais barata de produzir energia. A transição de combustíveis não renováveis para energias renováveis está bastante avançada, e a energia solar está desempenhando um papel fundamental na conservação do meio ambiente, e até mesmo na economia.A GoVerde Energia estima que cerca de 1.000 gigawatts em energias renováveis serão instalados nos próximos cinco anos.